Um Livro aberto

Até hoje eu não entendo por que você procurou se aproximar de mim. Eu estava lá, na companhia de meus amigos (confesso que percebi você com vergonha tentando se aproximar) e mesmo com o olhar duvidoso, eu sabia que viria até mim… e você veio. Me abordou delicadamente, nos apresentamos rapidamente, e por incrível que pareça nos entendemos. (Queria eu poder ver o futuro). Você teve que ir embora de repente, mas prometeu que voltaria… e voltou quase um mês depois, contando com a sorte de me encontrar no mesmo lugar. Me encontrou, só que desta vez sozinho, pois meus amigos haviam saído com outras pessoas, e eu fiquei á sua espera. Na emoção do momento decidimos sair. Passamos por muitos lugares e terminamos o dia na sua casa. Conversamos por umas meia hora e você logo caiu no sono. Pensei que não faria mal, fui embora imaginando a continuação da nossa conversa no nosso próximo encontro.

Não foi bem assim que aconteceu.

Os dias se passaram e nada de novo ocorreu. Percebi que você havia me esquecido completamente ao arranjar outras distrações. Percebi que havia se esquecido de o quanto foi feliz aquele nosso pequeno momento juntos, apenas na companhia um do outro. Há, se você soubesse o quanto eu ficava feliz ao perceber que era capaz de te fazer sorrir e ser eu á estar contigo nos momentos tristes.

Tenho a esperança de que iremos nos encontrar uma dia novamente e colocar nossos assuntos em dia.

Muito obrigado pelos pequenos-grandes momentos que passamos juntos,

do seu velho e esquecido amigo, Livro de Estante.

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